Na Mira

A mesária foi detida por PMDF, em uma escola no Gama e encaminhada à Polícia Federal (PF), responsável pela investigação de crime eleitoral

Larice de Paula, Francisco Dutra

25/10/2026 11:21, atualizado 25/10/2026 13:17

Reprodução / @pontealtanews

Uma mesária, que não teve a identidade divulgada, foi detida neste domingo (25/10), suspeita de pedir votos e fazer propaganda eleitoral durante a votação do segundo turno. O caso ocorreu na Escola Classe 22, no Gama, no Distrito Federal.

O centro de comunicação da Polícia Militar do DF (PMDF) informou que a mulher fazia campanha para Flávio Bolsonaro.
Inicialmente, a coluna Na Mira recebeu a informação de fontes policiais que a mesária pedia votos para Lula. Assim que a informação foi corrigida, o texto da reportagem foi atualizado.
A mulher foi conduzida para delegacia, onde foi confeccionado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por ser crime de menor potencial ofensivo e liberada em seguida.
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Mesária detida pela PMDF
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Mesária é presa suspeita de propaganda eleitoral no DF
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Em entrevista coletiva na sede do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF), o secretário de Segurança do DF, Alexandre Patury confirmou a prisão e disse que essa foi a ocorrência mais importante registrada até o final da manhã deste domingo.
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“Uma mesária é suspeita de boca de urna, então o juiz notificou. Essa condução foi feita pela Polícia Militar, na escola Classe 22, no setor Central do Gama”
O secretário, no entanto, não detalhou para qual candidato a mulher fazia campanha.
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Segundo informações da corporação, a presidente da seção eleitoral teria presenciado a situação e acionado o juiz eleitoral e a polícia.
O Tribunal Regional Eleitoral do DF ainda não se manifestou sobre o caso.
Outras ocorrências
O secretário Alexandre Patury afirmou que até às 11h30 foram registradas 20 ocorrências via 190 (Copom da PMDF). No entanto, não é possível precisar se todas essas ligações configuram infrações.
Entre as ligações também houve uma denúncia de boca de urna em um colégio em Brazlândia. O fato está sendo apurado pelas autoridades.
“Quando há um indício forte, a situação é levada para a Polícia Federal. Tivemos 20 ligações até agora no 190. Isso não quer dizer que essa ligação se converta em ação concreta da polícia militar e mesmo a PM conduzindo para a delegacia da superintência da PF, isso não vai — necessariamente — se converter em auto de prisão em flagrante ou TCO”, explicou Patury.


