O homem suspeito de ter atropelado a parlamentar australiana Helen Haines, de 65 anos, foi indiciado nesta terça-feira (20/10) pela polícia do país. Brendan Nugent, de 43 anos, foi indiciado por direção perigosa que causou lesões graves, causar lesões graves intencionalmente e do crime federal de causar danos a um funcionário público federal.A família dele divulgou uma comunicado em que diz estar colaborando com a polícia. “Helen é nossa amiga há mais de 20 anos; o que aconteceu com ela ontem é devastador e inimaginável. Todo o nosso carinho e nossos pensamentos estão voltados para Helen, sua família e seus amigos.”O atropelamento aconteceu na segunda-feira (19/10). Helen Haines está em estado grave. Ela teve uma das pernas amputadas e corre o risco de perder a outra.A parlamentar continua recebendo tratamento médico no hospital The Alfred, em Melbourne, mas o estado dela é crítico, segundo a ABC.Em uma declaração, o primeiro-ministro, Anthony Albanese, disse que o estado dela é crítico, mas estável. “Hoje, todos os nossos pensamentos estão voltados para Helen Haines, sua família, sua equipe, seus muitos amigos e, de fato, toda a sua comunidade”, disse. Leia também CiênciaDrones flagram cardumes de até 80 tubarões nadando em praias na Austrália BrasilCandidato do lema “Meu botox minha vida” recebe 6 votos na Austrália EsportesMeia da seleção australiana, Irvine demonstra apoio a Lula nas redes Helen Haines é deputada independente pelo distrito de Indi, em Victoria.A família da parlamentar publicou uma nota por meio do Facebook e Haines agradecendo a atuação das pessoas presentes e pedindo respeito à privacidade da deputada.“Na tarde de hoje, nossa querida Helen esteve envolvida em um incidente em frente ao seu escritório eleitoral em Wangaratta e está recebendo atendimento médico. Agradecemos a rápida assistência das pessoas que estavam no local, dos dedicados profissionais de saúde que a atenderam e da polícia pela resposta à ocorrência. Nossa família e a equipe de Helen não farão novos comentários neste momento e pedem que sua privacidade seja respeitada pelo público e pela imprensa”, diz a nota.







