Mistério cerca morte de oficial da Marinha em centro de pesquisa na USP
A Polícia Federal (PF) investiga a morte da oficial da Marinha do Brasil Beatriz Fickert Santoro, de 33 anos, ocorrido na noite dessa quinta-feira (24/9), possivelmente dentro do Centro de Pesquisas da Marinha dentro da Universidade de São Paulo (USP), no Butantã, zona oeste de São Paulo. Segundo o registro policial, ela já chegou morta no Hospital Universitário, que fica a poucos minutos de distância.4…
Mistério cerca morte de oficial da Marinha em centro de pesquisa na USP · Imagem: Source: www.metropoles.com
A Polícia Federal (PF) investiga a morte da oficial da Marinha do Brasil Beatriz Fickert Santoro, de 33 anos, ocorrido na noite dessa quinta-feira (24/9), possivelmente dentro do Centro de Pesquisas da Marinha dentro da Universidade de São Paulo (USP), no Butantã, zona oeste de São Paulo. Segundo o registro policial, ela já chegou morta no Hospital Universitário, que fica a poucos minutos de distância.4 imagensFechar modal.1 de 42 de 43 de 44 de 4Beatriz trabalhava como oficial engenheira mecânica da Marinha no centro de pesquisas. Ela foi levada ao hospital por uma médica da Marinha, que é capitã de corveta. As causas da morte não foram esclarecidas.O registro do óbito foi feito no 7° Distrito Policial (DP), na Lapa. Documentos obtidos pelo Metrópoles revelam que Beatriz chegou ao hospital, por volta das 21h.A Polícia Militar chegou a ir ao centro de pesquisas da Marinha, mas teve o acesso permitido. As equipes foram orientadas a apresentar o caso à PF. Leia também São PauloTentativas de ocultar crimes após a Carbono Oculto geraram novas provas São PauloVeja as propostas dos candidatos ao governo de São Paulo para a Mobilidade São PauloApós passar por exames, Sarney volta a ser internado para tratar pneumonia São PauloMarçal é condenado a pagar R$ 10 mil por soprar farinha em líder da Rede A reportagem apurou que a morte ocorreu dentro da base da Marinha, área sujeita à administração federal. O registro policial aponta também que, na chegada ao hospital, o corpo de Beatriz já não apresentava sinais vitais há um algum tempo — não especificado.Por essa razão, a médica que fez o primeiro atendimento no Hospital Universitário se negou a registrar a declaração de óbito.
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