Fábia Oliveira

Em relato nas redes sociais, ex-executivo da Globo contou como conseguiu desarmar a atriz

Fábia Oliveira

15/09/2026 16:04

Reprodução/redes sociais.

José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, relembrou uma situação inusitada e tensa que viveu nos bastidores da televisão.

Em uma publicação no Instagram, o ex-vice-presidente de Operações da Globo contou que Dorinha Duval entrou em sua sala de trabalho com uma faca em punho à procura do então marido, Daniel Filho, e afirmou que iria matá-lo.

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O relato de Boni
Na legenda do vídeo, Boni resumiu o episódio: “O dia que impedi um assassinato na minha sala”. Segundo ele, Dorinha acreditava que Daniel estava escondido no local e o ameaçava enquanto segurava a faca.
Boni contou que, em vez de tentar tirar a faca de forma abrupta, decidiu conversar com Dorinha para distraí-la e acalmá-la. Enquanto mantinha a atriz envolvida na conversa, ele conseguiu se aproximar e tomar o objeto de suas mãos.
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Boni já sabia que Daniel não estava escondido na sala. Segundo o relato, o diretor havia deixado o local pela janela antes de Dorinha entrar. “O Daniel Filho não tava escondido na minha sala, ele tinha saído pela janela”, contou.
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Boni
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José Bonifácio, o Boni, lembra o fim do Xou da Xuxa e elogia: "Um fenômeno"
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José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni
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Dorinha e o assassinato
O episódio ganhou um peso ainda maior na memória de Boni porque, anos depois, ele ouviu no rádio a notícia de que Dorinha Duval havia matado o marido. “Não era o Daniel, era o outro marido, mas eu caí duro”, relembrou.
Dorinha Duval morreu em maio de 2025, aos 96 anos. Atriz, cantora, vedete e apresentadora, ela ficou conhecida por trabalhos na televisão e no teatro e interpretou a primeira Cuca de “Sítio do Picapau Amarelo”, em 1977.
Dorinha foi casada com Daniel Filho entre 1962 e 1972. Os dois tiveram uma filha, a atriz Carla Daniel. Anos depois, em 1980, Dorinha matou a tiros o então marido, o publicitário Paulo Sérgio Garcia de Alcântara, durante uma discussão.
Ela alegou legítima defesa e foi condenada a seis anos de prisão, dos quais cumpriu nove meses.


